quarta-feira, 14 de julho de 2010
Atenção professor.
Como prestar atenção?Como acompanhar os demais da turma?
Como não se sentir o diferente da classe?
Tem muita criança que se faz essas perguntas.
E o pior, não acha nenhuma resposta.
Pensando nelas que a Novartis, em parceria com a ABDA (Associação Brasileira de Déficit de Atenção), criou o Atenção Professor, um programa de atualização em TDAH* voltado aos professores. A ideia é ajudar educadores a conhecer e a lidar melhor com o assunto. Funciona assim: através do Concurso Atenção Professor as escolas devem inscrever projetos de inclusão de alunos com TDAH ou projetos de inclusão de alunos com dificuldade de aprendizagem, mas que também possam ser aplicados para a esfera de TDAH.
Dessa forma, sua escola pode desenvolver iniciativas que fazem a diferença, trocar experiências e colaborar com a qualidade de vida de quem mais precisa da nossa atenção. Afinal, apontar o problema é fácil. Difícil é mostrar respostas. Inscreva o seu projeto e mostre as suas.
*Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
http://www.atencaoprofessor.com.br/
Apenas 5,7% das escolas no País têm índice 6,0 no Ideb
Em todo o Brasil, apenas 5,7% das escolas públicas do ensino fundamental alcançaram 6,0 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), nota vista como sinônimo de qualidade. Seis é a média registrada em países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e foi adotada pelo MEC como objetivo para ser alcançado no País até 2021.
No segundo ciclo do ensino fundamental (da 5.ª a 8.ª série), só 109 escolas (0,3%) atingiram índice 6,0. Delas, 28 estão no Estado de São Paulo e só uma na capital: a Escola de Aplicação da Universidade de São Paulo. Das 34.643 instituições analisadas nessa etapa, 6 tiraram nota maior do que 7,0. Deste grupo, três são colégios militares: de Santa Maria (RS), de Salvador (BA) e de Campo Grande (MS).
Para secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, os resultados não surpreendem. "O aumento das escolas com bom desempenho será gradativo. Sabíamos que, nesta terceira edição, o grupo de excelência ainda seria reduzido", admitiu. Ela também considera esperado o destaque dos colégios militares, cujos alunos são submetidos a uma seleção prévia. "Alunos dessas instituições têm perfil diferenciado porque passam por um processo seletivo."
Nos anos iniciais do ensino fundamental, de 1.ª a 4.ª séries, mais escolas obtiveram nota maior ou igual a 6,0 - foram 3.235 escolas, ou 6,7% do total. Neste caso, nenhuma está localizada na cidade de São Paulo. As dez melhores do País nessa etapa ficam fora das capitais. Técnicos do MEC avaliam que há uma probabilidade de as escolas terem bom desempenho se estiverem em comunidades com nível de renda e escolaridade mais elevado, mas essa não é uma condição indissociável para a qualidade da educação.
De 1.ª a 4.ª séries, 19 escolas tiveram nota acima de 8,0; 10 delas são do Estado de São Paulo. A mais bem colocada também é paulista: Escola Municipal Aparecida Elias Draibe, em Cajuru. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://www.estadao.com.br/noticias
No segundo ciclo do ensino fundamental (da 5.ª a 8.ª série), só 109 escolas (0,3%) atingiram índice 6,0. Delas, 28 estão no Estado de São Paulo e só uma na capital: a Escola de Aplicação da Universidade de São Paulo. Das 34.643 instituições analisadas nessa etapa, 6 tiraram nota maior do que 7,0. Deste grupo, três são colégios militares: de Santa Maria (RS), de Salvador (BA) e de Campo Grande (MS).
Para secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, os resultados não surpreendem. "O aumento das escolas com bom desempenho será gradativo. Sabíamos que, nesta terceira edição, o grupo de excelência ainda seria reduzido", admitiu. Ela também considera esperado o destaque dos colégios militares, cujos alunos são submetidos a uma seleção prévia. "Alunos dessas instituições têm perfil diferenciado porque passam por um processo seletivo."
Nos anos iniciais do ensino fundamental, de 1.ª a 4.ª séries, mais escolas obtiveram nota maior ou igual a 6,0 - foram 3.235 escolas, ou 6,7% do total. Neste caso, nenhuma está localizada na cidade de São Paulo. As dez melhores do País nessa etapa ficam fora das capitais. Técnicos do MEC avaliam que há uma probabilidade de as escolas terem bom desempenho se estiverem em comunidades com nível de renda e escolaridade mais elevado, mas essa não é uma condição indissociável para a qualidade da educação.
De 1.ª a 4.ª séries, 19 escolas tiveram nota acima de 8,0; 10 delas são do Estado de São Paulo. A mais bem colocada também é paulista: Escola Municipal Aparecida Elias Draibe, em Cajuru. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://www.estadao.com.br/noticias
sexta-feira, 9 de julho de 2010
ERRAR!!!
Um homem esperto não comete todos os erros sozinho. Dá oportunidade a outros também.
Winston Churchill
Winston Churchill
sábado, 3 de julho de 2010
Índices revelam melhora da qualidade em todas as etapas do ensino em 2009
NOTÍCIA NO SITE DO MEC:
Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb subiu para 4,6 em 2009. A nota proposta para o período era 4,2 – índice já registrado na aferição de 2007. Nos anos finais, o indicador foi para 4,0 pontos, superando a meta de 3,7 para o ano. O mesmo ocorreu no ensino médio, que obteve índice de 3,6. O objetivo era registrar pelo menos 3,5 nessa etapa de ensino no período.
Haddad considera normal que a melhora no índice seja proporcionalmente maior nos anos iniciais do ensino fundamental. “Vínhamos de um período de recessão educacional, de queda de proficiência. Quando a educação começa a melhorar, é como uma onda; a arrancada mais forte se dá nos anos iniciais e se propaga, ao longo do tempo, nos finais e no ensino médio.”
O Ideb foi criado em 2005, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O índice utiliza escala de zero a dez pontos e é medido a cada dois anos. O objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, chegue à nota seis em 2021 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.
“O Brasil está numa trajetória ascendente e consistente pelo quarto ano consecutivo. Ainda estamos distantes da meta de 2021, mas com a esperança renovada de que será alcançada”, afirmou Haddad. Entre os fatores que influenciam na melhoria da qualidade da educação, segundo o ministro, estão as ações que compõem o PDE – da creche à pós-graduação – e a mobilização natural das redes e escolas a favor do cumprimento das metas do Ideb estabelecidas para cada uma.
No indicador estão reunidos dois conceitos fundamentais para a qualidade da educação: o fluxo escolar (taxas de aprovação, reprovação e evasão obtidas no censo da educação básica) e as médias de desempenho nas avaliações Prova Brasil e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
A Prova Brasil é um teste de leitura e matemática para turmas de quarta e oitava séries (ou quinto e nono anos) do ensino fundamental. Os alunos do ensino médio fazem o Saeb, avaliação por amostra, que também avalia habilidades em língua portuguesa e matemática. No ano passado, as avaliações foram aplicadas a 2,5 milhões de alunos da quarta série (quinto ano), 2 milhões da oitava série (nono ano) e 56 mil do ensino médio.
Os dados divulgados nesta quarta-feira mostram que o desempenho dos estudantes nas avaliações foi o que mais pesou na composição do Ideb de 2009. Nos anos iniciais, por exemplo, foi responsável por 71% da composição da nota. Já no ensino médio, embora o desempenho tenha sido responsável pela maior parte da nota, a taxa de rendimento subiu em relação a 2007; teve 42% de importância no índice, comparado aos 29% da medição anterior.
Assessoria de Comunicação Social
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15633
segunda-feira, 28 de junho de 2010
II ENCONTRO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS ESCOLARES - 2010
II ENCONTRO NACIONAL DE FORTALECIMENTO DOS CONSELHOS ESCOLARES
BRASÍLIA
- 2010
O Ministério da Educação, por meio da
Secretaria de Educação Básica, realizou o II Encontro Nacional de
Fortalecimento do Conselho Escolar no período de 8 a 11 de junho de
2010. Com objetivo de atender a crescente demanda dos entes
federativos por assistência técnica e fomentar a criação e o
fortalecimento do Conselho Escolar nas escolas públicas de educação
básica.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Participação no Seminário Aprova Brasil
Francisco Soares
Estatístico com pós-doutorado em Educação pela Universidade de Michigan Ann Arbor, nos Estados Unidos, coordena o Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais da Universidade Federal de Minas Gerais, Presidente do Conselho Consultivo e Consultor Técnico da Avalia Educacional.
Nos últimos anos, a educação brasileira vem passando por uma série de avaliações elaboradas por instituições dos mais variados níveis: de organismos internacionais, como a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), elaboradora do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), ao MEC (Ministério da Educação), elaboradora da Prova Brasil (Avaliação do Rendimento Escolar), do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica).
Além dessas avaliações, de âmbito nacional e internacional, diversos Estados e Municípios brasileiros também realizam suas próprias avaliações para medir a qualidade de ensino locais.
Partindo dessa realidade, a Fundação Santillana em parceria com as Secretarias de Educação dos estados promoverão um encontro para discutir intenções e consequências desses processos avaliatórios sobre a educação brasileira, dando especial atenção à Prova Brasil, principal instrumento de medição do rendimento
escolar do país. Nesse sentido, o Seminário Aprova Brasil tem por intenção refletir sobre a forma como as diferentes instituições responsáveis pela educação do país vêm criando oportunidades para o atendimento do direito de aprender do cidadão brasileiro.
De acordo com o Artigo 205 da Constituição Federal, a “Educação é direito de todos e dever do Estado e da família, e deverá ser promovida e incentivada
com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
A Prova Brasil tem como um de seus objetivos produzir informações sobre o ensino oferecido pelas escolas públicas brasileiras. Verifica se os alunos dessas escolas aprenderam satisfatoriamente Leitura e Matemática, competências cognitivas fundamentais. Assim, trata-se de um instrumento que vai muito além de uma simples avaliação de ensino, configurando-se como uma forma de o
Estado brasileiro verificar se o direito constitucional à educação foi ou não atendido.
As informações obtidas pela Prova Brasil devem ser usadas pelas escolas e pelos sistemas educacionais como uma avaliação da qualidade de seus processos educacionais. A partir dos dados quantitativos levantados, a comunidade escolar terá uma noção do nível de aprendizagem dos alunos, podendo assim
estabelecer metas e intervenções pedagógicas com o objetivo de melhorar qualitativamente o ensino e a aprendizagem. É nesse sentido que o nome do Seminário Aprova Brasil deve ser percebido.
Queremos que o nosso país seja APROVADO no quesito educação, e isto só ocorrerá se os alunos das nossas escolas públicas aprenderem verdadeiramente.
Os testes usados na Prova Brasil são planejados para verificar a competência leitora e a capacidade de raciocínio lógico dos alunos. Estas são consideradas as duas competências essenciais para o exercício da cidadania, seja na discussão dos rumos do país, seja na inserção do aluno, quando adulto, no mundo do trabalho.
Corrigidos os testes, cada estudante recebe sua proficiência, nome técnico da nota, e pode ser classificado, para efeito de uso, em quatro níveis:
Avançado, Adequado, Básico e Abaixo do Básico ou Insuficiente.
Avançado
Nesse nível, os alunos dominam a competência completamente e sabem usá-la para a solução de problemas complexos.
Adequado
Classifica os estudantes que demonstram sólido conhecimento dos conteúdos e habilidades esperadas para alunos de seu estágio escolar e estão aptos a continuar, com sucesso, seus estudos nas etapas posteriores de ensino.
Básico
Esse nível congrega alunos que demonstram um domínio parcial da competência.
Abaixo do Básico ou Insuficiente
Identifica alunos com conhecimentos rudimentares da competência, completamente inadequados para o estágio escolar em que se encontram. Por isso, merecem atenção especial e imediata da escola.
Embora cada aluno tenha sua forma própria de aprender e aptidões pessoais que refletem as experiências familiares e sociais de seu meio, a expectativa de sucesso na aprendizagem deve ser a mesma para todos os estudantes. Agir de outra forma seria criar discriminações educacionais inaceitáveis.
Diante disso, o objetivo específico do Seminário é apresentar o modelo conceitual da Prova Brasil, mostrar a interpretação pedagógica dos resultados e refletir sobre a forma como estas duas informações podem ser usadas pelas escolas para atenderem melhor as necessidades de seus alunos.
http://www.seminarioaprovabrasil.com.br/default.asp?page=02_seminario.asp
Estatístico com pós-doutorado em Educação pela Universidade de Michigan Ann Arbor, nos Estados Unidos, coordena o Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais da Universidade Federal de Minas Gerais, Presidente do Conselho Consultivo e Consultor Técnico da Avalia Educacional.
Nos últimos anos, a educação brasileira vem passando por uma série de avaliações elaboradas por instituições dos mais variados níveis: de organismos internacionais, como a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), elaboradora do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), ao MEC (Ministério da Educação), elaboradora da Prova Brasil (Avaliação do Rendimento Escolar), do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica).
Além dessas avaliações, de âmbito nacional e internacional, diversos Estados e Municípios brasileiros também realizam suas próprias avaliações para medir a qualidade de ensino locais.
Partindo dessa realidade, a Fundação Santillana em parceria com as Secretarias de Educação dos estados promoverão um encontro para discutir intenções e consequências desses processos avaliatórios sobre a educação brasileira, dando especial atenção à Prova Brasil, principal instrumento de medição do rendimento
escolar do país. Nesse sentido, o Seminário Aprova Brasil tem por intenção refletir sobre a forma como as diferentes instituições responsáveis pela educação do país vêm criando oportunidades para o atendimento do direito de aprender do cidadão brasileiro.
De acordo com o Artigo 205 da Constituição Federal, a “Educação é direito de todos e dever do Estado e da família, e deverá ser promovida e incentivada
com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.
A Prova Brasil tem como um de seus objetivos produzir informações sobre o ensino oferecido pelas escolas públicas brasileiras. Verifica se os alunos dessas escolas aprenderam satisfatoriamente Leitura e Matemática, competências cognitivas fundamentais. Assim, trata-se de um instrumento que vai muito além de uma simples avaliação de ensino, configurando-se como uma forma de o
Estado brasileiro verificar se o direito constitucional à educação foi ou não atendido.
As informações obtidas pela Prova Brasil devem ser usadas pelas escolas e pelos sistemas educacionais como uma avaliação da qualidade de seus processos educacionais. A partir dos dados quantitativos levantados, a comunidade escolar terá uma noção do nível de aprendizagem dos alunos, podendo assim
estabelecer metas e intervenções pedagógicas com o objetivo de melhorar qualitativamente o ensino e a aprendizagem. É nesse sentido que o nome do Seminário Aprova Brasil deve ser percebido.
Queremos que o nosso país seja APROVADO no quesito educação, e isto só ocorrerá se os alunos das nossas escolas públicas aprenderem verdadeiramente.
Os testes usados na Prova Brasil são planejados para verificar a competência leitora e a capacidade de raciocínio lógico dos alunos. Estas são consideradas as duas competências essenciais para o exercício da cidadania, seja na discussão dos rumos do país, seja na inserção do aluno, quando adulto, no mundo do trabalho.
Corrigidos os testes, cada estudante recebe sua proficiência, nome técnico da nota, e pode ser classificado, para efeito de uso, em quatro níveis:
Avançado, Adequado, Básico e Abaixo do Básico ou Insuficiente.
Avançado
Nesse nível, os alunos dominam a competência completamente e sabem usá-la para a solução de problemas complexos.
Adequado
Classifica os estudantes que demonstram sólido conhecimento dos conteúdos e habilidades esperadas para alunos de seu estágio escolar e estão aptos a continuar, com sucesso, seus estudos nas etapas posteriores de ensino.
Básico
Esse nível congrega alunos que demonstram um domínio parcial da competência.
Abaixo do Básico ou Insuficiente
Identifica alunos com conhecimentos rudimentares da competência, completamente inadequados para o estágio escolar em que se encontram. Por isso, merecem atenção especial e imediata da escola.
Embora cada aluno tenha sua forma própria de aprender e aptidões pessoais que refletem as experiências familiares e sociais de seu meio, a expectativa de sucesso na aprendizagem deve ser a mesma para todos os estudantes. Agir de outra forma seria criar discriminações educacionais inaceitáveis.
Diante disso, o objetivo específico do Seminário é apresentar o modelo conceitual da Prova Brasil, mostrar a interpretação pedagógica dos resultados e refletir sobre a forma como estas duas informações podem ser usadas pelas escolas para atenderem melhor as necessidades de seus alunos.
http://www.seminarioaprovabrasil.com.br/default.asp?page=02_seminario.asp
quinta-feira, 1 de abril de 2010
SUGESTÃO PARA DOBRAR O GARDANAPO NO JANTAR DA PÁSCOA
É só caprichar no lacinho de fitas prendendo a parte que forma a cabeça.
Sua mesa vai ficar lindinha!!!
Sua mesa vai ficar lindinha!!!
SIGNIFICADO DA PÁSCOA
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.
A Origem da Palavra
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pessach, cujo significado é passagem. E páscoa é muito importante para os cristãos pois celebra a ressurreição de Cristo.[1]http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1scoa
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